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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Cratera de Ngorongoro

Olá gente linda! Gostaria que vocês deixassem bastantes comentários falando do que acharam do lugar e alguns lugares que vocês gostariam de ver aqui no blog! 
A cratera de Ngorongoro, é uma das maiores atracções da Tanzânia.
É também considerada a Arca de Noé da África Oriental, por abrigar no seu seio a quase totalidade das espécies animais daquela região, integrados num ecossistema que ainda não foi afectado pela mão do homem. Observado do alto das suas falésias ou do fundo da sua vastíssima cratera, o Ngorongoro é um dos locais mais fascinantes de África.
De fato, a cratera de Ngorongoro é um lugar muito bonito, que abriga milhares de animais selvagens. Foi até chamada de “a oitava maravilha do mundo”, por alguns naturalistas, e pode-se entender o motivo.
A origem do nome, Ngorongoro, é desconhecida ao certo. Segundo a Sociedade de Conservação da África Oriental, alguns dizem que Ngorongoro era o nome de um masai que fazia sinos para gado e vivia na cratera. Outros afirmam que o nome vem de um valente grupo de guerreiros datogos que foram derrotados pelos massais numa batalha ocorrida na cratera há 150 anos. Mas, de repente, quando avista-se as zebras pastando perto do estacionamento, a origem do nome parece irrelevante. Visitantes podem seguir num veículo e chegar bem perto , sem que as zebras nem os notem. A cratera fica a 2.236 metros acima do nível do mar e é a maior caldeira intacta, ou vulcão desmoronado, do mundo. Mede mais de 19 quilômetros de diâmetro e tem uma superfície de 304 quilômetros quadrados, sendo que dentro da cratera é surpreendentemente quente...Ao passo que o motorista percorre lentamente o fundo da cratera, passa-se por um pequeno lago salgado com muitos flamingos rosados A borda da cratera que agora ficou para trás se destaca em contraste com o céu azul. Pode-se ouvir o barulho de zebras e gnus misturado com outros sons exóticos. Sem dúvida, é um paraíso!

A cratera de Ngorongoro pode ser visitada durante o ano todo, mas durante os meses de abril e maio há muita chuva, o que danifica as estradas. O acesso ao interior da cratera pode ser suspenso neste período. O acesso ao seu interior é controlado, mas mesmo assim durante a temporada é provável encontrar dezenas ou até centenas de jipes em seu interior, todos a procura de uma boa foto.
Na cratera de Ngorongoro pode-se ver búfalos, elefantes, zebras, gnus, gazelas, rinoceronte-negros e cercopiteco-de-face-negra. Predadores como guepardos, hienas, chacais, leões de juba negra e hipopótamos.
Um rinoceronte-negro pode passar a poucos metros de visitantes e se sentir à vontade na cratera. É uma oportunidade rara observá-lo tão de perto em seu habitat. Essa fera que inspira medo está quase em extinção; estima-se que haja menos de 20 na cratera. Caçadores clandestinos foram pegos matando rinocerontes por causa dos chifres, que são vendidos ilegalmente para a fabricação de cabos de punhais e de remédios. A guarda-florestal faz patrulhas regulares para afastar os caçadores."
Alem disso, há um grande números de "aves de belas espécies, incluindo avestruzes, abetardas, garças, garça-cristadas, garça-brancas, búfago-de-bico-vermelhos e incontáveis rosados flamingos... Há pica-paus, Apali de peito amarelo, Nilaus afer e papa-moscas-do-paraíso. O Macronyx ameliae de peito rosado pode ser visto no capim alto, e até mesmo uma espécie rara de gralha.
 

sábado, 21 de dezembro de 2013

Namaqualand, África do Sul

Oie galera!! Gostaria que vocês deixassem bastantes comentários falando do que acharam do lugar e alguns lugares que vocês gostariam de ver aqui no blog!
Namaqualand, África do Sul.
Flores coloridas se espalham por toda a planície, a perder de vista. Os turistas mal conseguem conter a emoção quando vêem diante de seus olhos o milagre anual de Namaqualand. “À primeira vista”, comenta um deles admirado, “as flores parecem lava incandescente que brota de fissuras, enchendo todos os cantos com a cor laranja cintilante”.
No entanto, o que faz com que essa transformação primaveril seja tão espantosa? Namaqualand é uma vasta região árida no noroeste da África do Sul, que tem por divisa, para além das montanhas ao norte, o rio Orange. A região é maior que a Suíça (aproximadamente 50.000 quilômetros quadrados) e estende-se em direção ao sul por uns 200 quilômetros, metade da distância até a Cidade do Cabo. A temperatura nesse cenário árido alcança na maior parte do ano 40 °C durante o dia e, à noite, despenca a gélidos -8 °C. Praticamente sem nenhuma água de superfície e com a escassa e levemente salgada água subterrânea, Namaqualand é uma região quase sem atrativos — pelo menos até o milagre anual!
Todos os anos logo após as chuvas, que caem do começo de agosto a meados de setembro, as planícies de Namaqualand — normalmente áridas — transformam-se numa gigantesca exposição exuberante. Flores laranja, amarelas, cor-de-rosa, brancas, carmesins, azuis e roxas brotam por todos os campos. Visto que esse espetáculo dura poucas semanas, há grande expectativa por parte dos turistas que vêm do mundo todo para extasiar-se com essa florada luxuriante.
O segredo dessa exposição sem igual é a quantidade exata de chuvas seguida de uma boa dose de raios solares. Daí, as pessoas torcem para que os sufocantes ventos orientais não soprem, pois arrasariam com toda a vida e a cor das delicadas pétalas.
Esse espetáculo de encher os olhos também é o resultado de uma produção abundante de sementes. Muitas dessas flores, porém, não germinam todos os anos — elas revelam sua beleza apenas sob determinadas condições climáticas. Ao passo que algumas sementes brotam em apenas um ano, outras ficam dormentes por várias estações, esperando as condições climáticas ideais para seu desenvolvimento. “Algumas sementes”, explica certo visitante, “são protegidas por um mecanismo que bloqueia a germinação prematura. Elas não brotam depois de uma chuvarada quando o tempo está quente; antes, elas esperam condições perfeitas para a sobrevivência nesse ambiente causticante, ou seja, germinam apenas quando o tempo está tanto fresco quanto úmido”.
Dependendo do delicado equilíbrio das chuvas e da ausência de ventos abrasadores, cada ano tem sua exposição distinta, sendo algumas mais belas do que outras. “Visto que cada espécie tem uma temperatura ideal para desencadear a germinação”, explica o livro Namaqualand—South African Wild Flower Guide (Namaqualand — Guia de Flores Silvestres do Sul da África), “e as primeiras chuvas podem ocorrer de abril a julho (meses com temperaturas variadas), diversas espécies brotam todo ano, dependendo de quando ocorrem as primeiras chuvas”.
Quanta variedade! São mais de 4.000 espécies de flores, cada uma com formato, cor e germinação únicos. É possível ver, em alguns lugares, de 10 a 20 espécies em apenas um metro quadrado. O majestoso cenário faz a paleta de um artista parecer cinzenta. Até as palavras mais pomposas parecem inadequadas para descrever o esplendor de Namaqualand, que é de tirar o fôlego.
Mesmo assim, artistas, poetas e escritores são inspirados por essas espetaculares exposições florais. “Era o grande dia de semeadura da Terra”, ponderou o poeta sul-africano D. J. Opperman, “quando,  . . . de um orifício na mais rica saca de sementes do Senhor, seu precioso conteúdo vazou”. Escreveu certo admirador ardoroso: “É como se o arco-íris tivesse passeado pelo deserto e ixado cair pedacinhos coloridos por todos os cantos.” Uma turista expressou-se assim: “Essa beleza interminável faz-nos sentir gratidão pela incomparável generosidade e sabedoria do nosso Criador, Jeová.”
Além disso, o esplendor do milagre anual de Namaqualand é uma garantia de que o Criador poderá utilizar os mesmos mecanismos biológicos para restaurar condições paradísicas na Terra inteira — para o prazer eterno de seus servos fiéis e gratos. (Salmo 37:10, 11, 29) Daí, em grande escala, “o deserto se alegrará, e crescerão flores nas terras secas”. — Isaías 35:1, Bíblia na Linguagem de Hoje.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Monte Kilimanjaro

Gostaria que vocês deixassem bastantes comentários falando do que acharam do lugar e alguns lugares que vocês gostariam de ver aqui no blog! 
O monte Kilimanjaro (Oldoinyo Oibor, que significa montanha branca em Masai, ou Kilima Njaro, montanha brilhante em kiswahili), localizado nas coordenadas 3º07' S e 37º35' E, no norte da Tanzânia, junto à fronteira com o Quénia, é o ponto mais alto de África, com uma altitude de 5 891,8 m no Pico Uhuru. Este antigo vulcão, com o topo coberto de neve, ergue-se no meio de uma planície de savana, oferecendo um espectáculo único.

O monte e as florestas circundantes, com uma área de 75 353 hectares, possuem uma fauna rica, incluindo muitas espécies ameaçadas de extinção e constituem um parque nacional que foi inscrito pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) em 1987 na lista dos locais que são Património da Humanidade.

O complexo do monte Kilimanjaro com as suas florestas, localizado entre 2°50'-3°20'S, 37°00'-37°35'E, tinha sido considerado uma reserva de caça pelo governo colonial alemão nos princípios do século XX, mas foi considerado uma reserva florestal em 1921, até que, em 1973, foi declarado como Parque Nacional.